A greve geral de 24 horas realizada na Argentina provocou o cancelamento de voos no Aeroporto Internacional de Florianópolis, afetando diretamente passageiros com origem ou destino ao país vizinho. A paralisação, convocada por centrais sindicais contra medidas econômicas do governo argentino, atingiu setores estratégicos como transporte aéreo, aeroportos e serviços essenciais, refletindo imediatamente fora das fronteiras do país.
O impacto em Santa Catarina evidencia uma dependência relevante do fluxo aéreo argentino, especialmente em períodos de alta temporada. Companhias que operam a rota Florianópolis–Buenos Aires suspenderam operações por falta de tripulação e logística em solo argentino, deixando passageiros sem alternativas imediatas e forçando remarcações e reembolsos.
Apesar de recorrentes crises sindicais e políticas na Argentina, o episódio expõe fragilidades no planejamento das companhias aéreas e na comunicação com os usuários, que relataram falta de informações claras sobre cancelamentos e assistência. Do ponto de vista econômico, o cancelamento de voos internacionais afeta não apenas passageiros, mas também o turismo, hotéis e serviços locais que dependem desse público.
A concessionária do aeroporto informou que orienta passageiros a consultar diretamente as companhias aéreas, mas a situação reacende o debate sobre planos de contingência mais robustos para eventos previsíveis, como greves anunciadas com antecedência. O cenário reforça que crises internas em países vizinhos continuam tendo efeitos diretos na mobilidade e na economia catarinense.
Se quiser, posso endurecer ainda mais o texto, puxando responsabilidade das aéreas ou conectando com impacto no turismo e na economia de SC.
foto Juan Todescatti
