A Casan informou neste sábado (5) que o abastecimento de água foi normalizado no sistema integrado da Grande Florianópolis. Segundo a companhia, o sistema voltou a operar com fluxo e pressão máximos.
Apesar da recuperação do abastecimento, moradores de alguns pontos da região ainda enfrentam dificuldades para receber água. No bairro Campinas, em São José, por exemplo, famílias continuam sendo atendidas por meio de caminhões-pipa.
A situação ocorre após os problemas provocados pelo rompimento de uma adutora de grande porte localizada às margens da BR-282, em Palhoça. A tubulação, de 1,2 metro de diâmetro, é responsável por transportar cerca de 70% da água produzida na Estação de Tratamento de Água (ETA) Cubatão para o sistema integrado da Grande Florianópolis.
Novo vazamento atrasou recuperação
O reparo da adutora chegou a ser concluído, mas, durante o processo de enchimento e teste de carga da tubulação, um novo vazamento foi identificado durante a madrugada.
Foi necessária uma nova intervenção para corrigir o problema. Depois do reparo, a Casan iniciou os procedimentos de lavagem da tubulação e retomou gradualmente o abastecimento.
As áreas mais altas e mais distantes do sistema foram as que demoraram mais tempo para ter o fornecimento restabelecido.
Casan orienta moradores que continuam sem água
De acordo com a companhia, o sistema integrado da Grande Florianópolis está atualmente recuperado. Por isso, moradores que ainda estiverem sem água devem entrar em contato com a Casan para verificar a situação de cada imóvel.
A empresa explica que, nesses casos, podem existir problemas pontuais, como vazamentos, obstruções ou outras ocorrências na ligação entre a rede e a residência.
A orientação também é para que os consumidores utilizem a água de forma consciente enquanto o abastecimento é retomado completamente em todos os pontos.
Os canais de atendimento da Casan são o telefone 0800 048 0115, o 0800 643 0195, o WhatsApp (48) 3279-9100, além do aplicativo e do chat da companhia.
Enquanto o sistema já opera normalmente, a situação de moradores que ainda dependem de caminhões-pipa mostra que a recuperação do abastecimento pode ocorrer de forma diferente em cada região.
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